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A Poesia
Pequena reportagem sobre a apresentação da Antologia de Escritas Nº4
Os Livros
CHUVA DE ÉPOCA (Ponta Delgada, Novembro de 2005) é o primeiro livro de poemas de José Maria de Aguiar Carreiro. A epígrafe que abre o livro, um verso de Jorge Luis Borges — “Somos a água, e não o diamante duro, / a que se perde, não a que repousa” — coloca-nos de imediato perante um horizonte de leitura que o que se segue há-de confirmar. Constituído de duas partes, “Nada Nunca de Ninguém” e “O Riso dos Poetas”, o presente poemário faz da(s) continuidade(s), melhor, da consciência dela(s), o chão do seu dizer ou, como se pode ler no poema “Estes dias que nos Separam”: “farei do gesto uma cópia/infinita dos gestos dos gestos”. Da negatividade ontológica à negatividade temporal e psicológica, José Maria de Aguiar Carreiro procura, nos poemas que estão “dentro”, a completude impossível para uma palavra poética a que os advérbios (“Nada Nunca...”), que estão “acima”, nos sobreavisam para a ausência dela. A epígrafe reconfirma-se: não há presenças a que o dizer poético se possa juntar, nem continuidades de que a poesia seja o seu assomo de felicidade. Face à ausência — de si, dos outros e de um presente que nunca é — que resta ao poeta senão a reafirmação dos advérbios? CHUVA DE ÉPOCA instala-se no interior dessas ausências, para daí dizer o que dizer não se pode. O riso é o sinal desse impoder, e disso o poeta nos faz seus cúmplices. Fernando Martinho Guimarães (poeta e ensaísta)
Inquietudes de Alves bento belisário (Edição de Autor - 2005) Alves Bento Belisário é pseudónimo de Manuel Joaquim Moreira Bento. Nascido a 18 de Janeiro de 1969 na Freguesia de Medas, Concelho de Gondomar, Manuel Joaquim Moreira Bento é Professor de Filosofia Licenciado pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
Blogue: http://correntesdepoentropia.blogspot.com
Em breve sairá a Antologia de Escritas Nº4.
Conto Recensão crítica, crítica, ensaio, análise literária Micro-ensaio O Poema Sujo de Ferreira Gullar - Silas Corrêa Leite
A Tradução
Antônio Jackson de Sousa Brandão traduz
Andreas Gryphius
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Poesia em espanhol
O livro
Os Lusíadas
de Luis de Camões José Saramago, Nobel de Literatura, com uma vasta obra publicada e traduzida em dezenas de línguas, 08/12/1998 e 10/12/1998 Crónicas, contos, poesia:
A poesia de Maria João Oliveira
Orquídea Selvagem - Violeta
Teixeira Ensaio, Crítica
A "Cisterna Poética" do escritor Donizete
Galvão - Silas Corrêa leite
Das Poéticas
A Crónica A Carta de Pero Vaz de Caminha
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